Linux Mint 5 CE Xfce… out of the box
O Linux Mint agora tem uma versão com Xfce e a Penguin Community decidiu dar uma olhadela.
Após a instalação e o login na conta, depara-mo-nos com um ambiente muito semelhante ao do Linux Mint 5 com Gnome.
A primeira coisa a fazer foi instalar as actualizações e os pacotes de idioma.
Depara-mo-nos com um gestor de actualizações muito simples e prático… que tem um icon de um cadeado e se localiza ao lado do relógio no tabuleiro de sistema.
O Mint Update classifica as actualizações por números, sendo o número 1 para pacotes certificados e testados, o número 2 para pacotes recomendados, testados e aprovados; o número 3 para pacotes seguros embora ainda não testados; 4 para pacotes não seguros e 5 para pacotes perigosos. Sendo que o utilizador pode escolher quais considerar, por predefinição o Mint Update considera até ao nível 3.
Actualizações feitas, hora de meter o nariz na administração…
O Centro de Controlo do Mint está muito simples e fácil de usar, e tem o compiz instalado… Contem bastantes ferramentas úteis não só ao utilizador comum como a um administrador de rede.
Um ponto negativo a notar é que a tradução não está completa no ambiente Xfce o que é uma pena.
O menu é diferente do menu do Gnome.. sendo este um menu típico do Xfce… mas bem organizado.
Algo a destacar é o tema visual que é bastante agradável…
Tempo agora de ver o gestor de ficheiros, o Firefox e o Terminal… reparem na barra que se torna translúcida quando uma janela está por trás.
Após isto tudo, fizemos uma paragem pelo Monitor de Sistema e mostrar o conteúdo da categoria ‘Multimédia’ no menu principal.
Altura de ligar a Pen (que afinal é um Mp3) e copiar os screenshots. Foi plug and play, bastou ligar e foi logo reconhecida (a Pen) pelo sistema que abriu imediatamente o gestor de ficheiros.
O visualizador de imagens é interessante…
Nota final:
- Este Linux Mint com Xfce surpreendeu bastante. Por várias razões. A performance, a simplicidade e a usabilidade. Este sistema é bastante leve, sendo que o Xfce consome menos recursos de sistema que o Gnome ou KDE. Mesmo assim, não fica atrás e vem bastante bem preparado embora a única falha aapontar seja o idioma que infelismente não está a 100 % (pelo menos em português). É muito fácil de instalar e oferece uma grande capacidade de uso.
A Administração, por Flávio Mocho e Lucas Martins




